Introdução
Objetivo
Aprender sobre as condições adversas no trânsito e como o condutor deve proceder caso ocorram essas adversidades no trajeto.
Direção Segura.
Como já estudamos anteriormente, a Direção Defensiva ou Direção Segura, tem como propósito principal, evitar acidentes e fatores que podem ocasionar um acidente. Sabemos que muitos fatores podem prejudicar ou até mesmo interromper a viagem devido a situações que possam surgir de repente. Essas adversidades devem ser identificadas e controladas pelo condutor para que algo mais sério não aconteça. As condições adversas são os fatores prejudiciais ao desempenho do veículo ou condutor, os quais aumentam a chance de ocasionar um acidente. Existem diversos tipos de condições adversas, e vale ressaltar que elas podem aparecer juntas ou isoladas, tornando o risco maior ainda. Nesta unidade de estudo, vamos apontar as principais condições adversas, que todo condutor deve conhecer e reconhecer, sabendo como agir em situações de risco. Confira a seguir quais são essas adversidades.
Dados do Ministério da Saúde sinalizam que houve no ano de 2015 (dados mais recentes disponíveis) 38.651 mortes em vias públicas, patamar que coloca o Brasil na quinta colocação entre os países com o maior número de vítimas de trânsito[1]. Os números apontam para um quadro complexo, suscitando questões sobre o papel do estado e dos cidadãos na segurança do trânsito, e o impacto na economia e na saúde pública. (FGV, 2018)
Condições Adversas.
São condições que basicamente atrapalham o motorista, favorecendo o risco de acidentes. O desempenho do condutor pode levá-lo a ser mais uma vítima ou pode salvar a outra. São elas:
Luz.
Via.
Trânsito.
Veículo.
Condutor.
Passageiro.
Cargas.
Tempo.
Condição Adversa de Luz.: A falta ou o excesso de iluminação pode ser fatal no trajeto, pois tiram parte da visibilidade do condutor. A noite é mais difícil identificar objetos ou calcular distâncias, sendo assim, é fundamental acionar os faróis baixos a noite. O condutor deve estar atento ao funcionamento correto dos faróis e lanternas, para que não haja risco de informação errônea aos demais usuários da via.
Dica: o farol alto só pode ser utilizado em vias sem iluminação artificial. Desde que não tenha nenhum veículo a sua frente ou seguindo no sentido contrário ao seu. Caso ocorra um facho de luz alta em sua direção, se posicione a direita da via, e se oriente pelas linhas de bordo da via. Evite olhar diretamente para a luz, pois isso poderá causar cegueira momentânea e aumentar o risco de acidente.
Condição Adversa de Tempo.: A chuva é um grande contribuinte para acidentes no trânsito. Por isso, o motorista precisa dirigir com atenção nessas situações, assim como também em casos de fumaça ou neblina. A pista molhada dificulta a aderência dos pneus ao solo, e por outro lado, a neblina e a fumaça prejudicam a visibilidade do veículo que segue a frente.
Dica: em pista molhada, reduza a marcha, acenda as luzes, e se o tempo estiver muito ruim, saia da estrada e espere que as condições melhorem. Procure, para isso, um local adequado, sem riscos, como um recanto ou posto rodoviário. Em caso de neblina, mantenha a distância segura do veículo da frente e utilize o farol baixo. Mantenha velocidade constante e evite acelerar bruscamente.
Aquaplanagem e/ou Hidroplanagem.
São fenômenos que ocorrem em veículos quando passam sobre um fluido (normalmente água, mas, também, pode ocorrer em lama). Neste caso os pneus perdem o contato com a pista e isto, em geral acontece devido à impossibilidade de fazer a drenagem pelos sulcos. A largura dos pneus é diretamente proporcional à probabilidade de aquaplanagem, e a profundidade dos sulcos é inversamente proporcional. Em piso molhado, a distância percorrida do momento em que o motorista freia até o momento em que o veículo para, depende da banda de rodagem. A 120 km/h, um pneu com sulco de 2,5 milímetros precisa de uma distância 50% maior do que um pneu novo, que tem 8 milímetros. (Continental, 2013) É comum vermos nos noticiários relatos de acidentes ocorridos em períodos de chuva, nos quais os motoristas relatam que perderam o controle do veículo pelo excesso de água na pista, onde os estragos, em muitos casos, resultam não apenas em danos materiais, mas em perda de vidas.
Aquaplanagem e Hidroplanagem.
Ao transitar durante uma chuva de grande intensidade é primordial observar o veículo que vai a frente, mantendo uma distância segura, e caso perceba que o rastro deixado pelo pneu se fecha rapidamente significa que há um grande risco de ocorrer aquaplanagem. Sendo assim, reduza ainda mais a velocidade do seu veículo! Ao deparar-se com uma situação de aquaplanagem, a primeira reação dos motoristas é tentar sair pisando no freio ou virando bruscamente o volante do veículo. Mas, isso é um erro grave, pois ao acionar o freio, o volante trava e independente do movimento que se fizer o volante permanece fixo e o veículo continuará em linha reta. Não acione os freios bruscamente e segure firme no volante. Ao sentir o contato dos pneus com o solo, de pequenos toques no freio para controlar estabilizar o equipamento. Excesso de água na pista? Sem problemas! Diminua a velocidade e se seu veículo aquaplanar, simplesmente desacelere e mantenha o volante na mesma posição, assim, ao retornar a aderência do veículo a pista, terá o controle do mesmo. Separamos um vídeo para você entender melhor as técnicas para sair dessa situação com segurança!
Condição Adversa de Vias.: No caso das vias, poderão apresentar curvas acentuadas, sinalização ruim ou inadequada, desvios, aclives e declives, largura de pista, acostamento, trecho escorregadio, buracos ou obras.
Dica: para enfrentar todos esses problemas com mais segurança, reduza a velocidade. Fique atento a todas as informações ao seu redor. Mantenha o veículo em perfeito estado de funcionamento, pois este tipo de situação pode gerar um desgaste acentuado no equipamento.
Condição Adversa de Trânsito.: Com o aumento considerável da população e o grande número de veículos, os grandes centros urbanos tem enfrentado um trânsito bem congestionado e confuso. Seja pela presença de outros elementos como pedestres, veículos, animais, mas, também, em determinadas ocasiões como feriados ou férias escolares. Todos esses fatores interferem no comportamento do condutor e no estresse que o dia a dia pode trazer.
Dica: planeje seu trajeto, procurando caminhos alternativos. Saia com tempo sobrando para os compromissos e procure saber sobre desvios, obras e acidentes no seu trajeto. Mantenha a calma nessas situações!
Condição Adversa de Veículo.: As causas adversas de veículo, tem como base o defeito em seus equipamentos. É preciso ficar atento aos itens básicos de revisão. São eles:
Sistema de lubrificação.
Sistema de arrefecimento.
Sistema de suspensão.
Sistema elétrico.
Sistema iluminação.
Sistema de freios.
Fique atento aos outros itens como limpador de para-brisa, espelhos retrovisores, buzina, equipamentos obrigatórios também são itens que devem ser observados com regularidade. Dicas: mantenha seu veículo 100% em condições de transitar e reagir instantaneamente a todos os comandos necessários. Um veículo mal conservado pode resultar em acidentes e em penalidades previstas pelo CTB. Faça as revisões periódicas conforme o recomendado para o condutor. Em viagens longas faça verificação antes de pegar a estrada.
Condição Adversa de Condutor: Chegamos ao ponto mais delicado de todas as condições adversas, o condutor. Existem várias situações que podem afetar o desempenho do condutor, como seu estado físico e mental, seu conhecimento e até mesmo seu senso de responsabilidade diante das situações. É fundamental que o condutor identifique suas limitações, reconhecendo a necessidade de aperfeiçoar suas habilidades, promovendo, assim, mais segurança e bem-estar na direção. Vamos identificar algumas situações que afetam diretamente o desempenho do condutor e como prevenir situações de risco.
Sono ou fadiga. Quando o sono vem é difícil se concentrar e manter a mente alerta. Dirigir com sono ou cansaço excessivo pode gerar graves consequências, pois o corpo relaxa e o condutor perde os reflexos, podendo colidir com objetos fixos ou até mesmo outros veículos. Quando o cansaço for excessivo ou o sono vier, é necessário dormir um período suficiente para que o corpo consiga descansar e retomar a direção com qualidade. Não se arrisque!
A falta de condições psíquicas ou psicológicas pode impossibilitar o condutor de dirigir temporária ou definitivamente. Dirigir sem os devidos cuidados na direção ou ameaçando outros veículos ou pedestres, é infração de trânsito.
Estresse. Muitas pessoas sofrem por estresse excessivo e isso pode piorar muito as situações. Independentemente de ser pedestre ou motorista, se você não tem paciência ou empatia, as chances de um acidente acontecer aumentam bastante. O estresse pode aparecer em um momento de enfrentar horários de pico no trânsito, excesso de pessoas ou veículos, congestionamentos, horários apertados na rotina, entre outros. Todos esses fatores contribuem para o estresse se agravar. E como lidar com tudo isso? Ao iniciar seu trajeto as fontes de desatenção devem ser evitadas e/ou minimizadas, como a música alta e o celular por exemplo. Tente respirar fundo e sair com o pensamento positivo organizando seu tempo e sua rotina. Outra boa alternativa seria experimentar novas rotas, com menos trânsito ou semáforos. Faça um planejamento da sua rotina e pratique a boa convivência no trânsito.
Álcool. A Lei 11.705/08 chamada de Lei Seca, tem em seu propósito inicial endurecer as penalidades com motoristas que dirigem sob efeito do álcool, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. Mas, nos últimos 5 anos houve um aumento da frota de veículos e pessoas habilitadas. Porém, infelizmente, tivemos destaque no número de motoristas embriagados que continua crescendo ao invés de diminuir. Os efeitos do álcool no organismo são muito prejudiciais não só a quem consome, mas, também, a sociedade que sofre com os danos causados pelo consumo da bebida alcoólica.
O álcool é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. O álcool, consumido de forma abusiva, pode causar malefícios à saúde, como por exemplo, doenças cardiovasculares, câncer, além dos graves acidentes de trânsito. (Ministério da Saúde, 2015)
Efeitos do álcool no organismo:
Visão conturbada ou desfocada.
Diminui a concentração.
Causa relaxamento nos músculos e sonolência.
Dificuldade de percepção.
Reações atrasadas ou fora do tempo.
Desrespeito às leis de trânsito.
Consequências do álcool no trânsito. As consequências são sempre as mais prejudiciais, como acidentes provocados por sonolência com desvio do trajeto, excesso de velocidade, atropelamentos, sem falar nas penalizações para quem for flagrado dirigindo embriagado. O álcool depois de ingerido, já na corrente sanguínea, provoca um relaxamento e redução da percepção com atraso dos reflexos. Em doses excessivas diminui a avaliação do perigo, fazendo com que a pessoa acabe se arriscando mais. Qualquer nível de álcool no organismo compromete a segurança do próprio condutor, dos passageiros, e dos demais usuários da via.
O processo de absorção do álcool é muito rápido, cerca de 90% em 1 hora. Já isso não acontece com relação à sua eliminação, que pode demorar de 6 a 8 horas, pelo fígado (90%), pela respiração (8%) e pela transpiração (2%). O consumo de álcool desidrata o organismo, sendo assim, é preciso tomar muita água para auxiliar o metabolismo na eliminação da toxina. A concentração de álcool no sangue depende da quantidade ingerida, da massa corpórea, da alimentação entre outros fatores.
Fiscalização. Descrita no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o tema é considerado como uma infração gravíssima, tendo como penalidade uma multa de 10 vezes o valor da referida infração, e mais a suspensão do direito de dirigir por 12 meses. O artigo também prevê aplicação de medida administrativa de recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo. A Lei 12.760/2012, veio reforçar a Lei Seca 11.705/2008, e conta juntamente com a Resolução n. 432, de 23 de janeiro de 2013, dispondo sobre os procedimentos que devem ser adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes na fiscalização, sob consumo de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.
De acordo com o art. 165 da Lei n. 11.705, de 19 de junho de 2008: Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência. Infração – gravíssima. Penalidade – multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012) Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4o do art. 270 da Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997 – do Código de Trânsito Brasileiro. (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012) Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses. (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012)BRASIL, 2008.
Condição Adversa de Passageiro.: Os passageiros podem interferir na dirigibilidade do condutor. Crianças chorando, passageiros que passam mal ou até mesmo interferência na forma de conduzir, afetam a atenção e concentração do motorista.
Dica: não permita que passageiros tirem sua atenção. Se precisar atender crianças pequenas, estacione o veículo em local seguro e somente depois de resolver o problema continue viagem. Idosos estão mais protegidos no banco de trás do veículo. Acomode seus passageiros conforme a segurança e fique atento para que não desconectem o cinto de segurança. O passageiro é responsabilidade do motorista!
Condição Adversa de Carga.: A carga excessiva pode tirar a estabilidade e visibilidade do condutor e provocar graves acidentes. Não transporte cargas soltas dentro do automóvel, ou em dimensões superiores ao retrovisor ou para – choques. Ao manobrar veículo carregado, tenha atenção sobre as dimensões e condições de parada e frenagem. Lembre-se que veículos pesados precisam de uma distância maior para parar com segurança.
Como vimos, as condições adversas alteram a forma de dirigir do condutor, que precisa estar atento a todos os detalhes. Faça uma breve inspeção nas suas condições físicas e emocionais, assim como o veículo e trajeto a ser percorrido. Não arrisque, se cuide!
A importância de Ver e ser Visto.
Acidentes de trânsito podem ser provocados pela falta de visibilidade do motorista. O que mostra que trafegar em segurança depende muito da capacidade do condutor ver o que está à sua volta e, também, de ser visto pelos demais. Transitar com segurança também requer o cumprimento de várias regras e determinadas condições. A norma vale para motoristas, motociclistas, ciclistas e também pedestres. Alguns fatores interferem negativamente na visibilidade, como as condições adversas: climáticas, luminosidade, veículos de grande porte, entre outros. Portanto, estar atento a esses fatores é de fundamental para o ato de ver. O ideal é reduzir a velocidade, acender as luzes e observar o comportamento dos demais condutores e pedestres. Para motociclistas os cuidados são ainda mais especiais, como circular afastado de outros veículos evitando, assim, ficar no ponto cego dos automóveis e veículos de grande porte. Fique atento ao uso correto dos faróis e mudança de faixa. Outro fator complicador é transitar no corredor próximo aos caminhões. O efeito vácuo poderá desequilibrar o piloto causando acidentes. Muitos pedestres aumentam o risco nas vias por estarem circulando de forma distraída ou inconsequente, seja com fones de ouvido, digitando ao celular, ou até mesmo atravessando fora da faixa exclusiva. Assim como o condutor os pedestres também possuem regras para circular com segurança. Veja:
Atravessar na faixa.
Circular pelo passeio, calçada, praças ou acostamento.
Não utilizar fones de ouvido ou celular.
Observar o comportamento do condutor antes de iniciar uma travessia em local não sinalizado.
Condutor, fique atendo a aglomeração de pedestres em espaços público ou privado. Observe o comportamento de idosos e crianças na eminência de atravessar a via. De prioridade ao pedestre na faixa de pedestre e cuide para que todos tenham segurança. A responsabilidade é de todos nós.
Como Ultrapassar e ser Ultrapassado com Segurança.
Ultrapassar é o ato de mudar de faixa ou dirigir em torno de um veículo mais lento para chegar à frente dele. Embora seja simples, também pode ser perigoso e resultar em acidentes. Em relação aos carros, uma visão clara da estrada à frente é necessária, além do conhecimento e entendimento de outros veículos que podem ser afetados, ainda com a percepção correta do veículo e seu funcionamento como o uso de vários acessórios como os espelhos retrovisores e laterais, transmissão, volante e o sistema de travagem. Antes de realizar uma ultrapassagem, mantenha-se a uma distância segura do veículo em frente, para que você possa ter boa visão. Sinalize suas intenções com antecedência. Observe se não há veículo vindo no sentido contrário. Certifique-se que o condutor a sua frente notou sua intenção. Permaneça o mínimo de tempo possível na manobra. E, ao retornar para a faixa, sinalize sua entrada. A ultrapassagem irregular é uma das principais causas de acidentes nas estradas brasileiras. Não descuide da segurança e só realize a manobra quando estiver realmente preparado.
Ultrapassagem.
A ultrapassagem é sempre um ato arriscado e exige um cuidado muito especial. Não ultrapasse sem a total visibilidade da via, em curvas, pontes ou túneis. É proibido ultrapassar em cruzamentos, faixa de pedestres ou linhas contínuas. Ao perceber a intenção de outro condutor em ultrapassar, facilite a manobra mantendo a velocidade constante do seu veículo, e se desloque mais a direita da via para que a manobra seja segura.
Vamos aprender sobre a Distância Segura? Para você saber se está a uma distância segura dos outros veículos, vai depender de todas as condições adversas vistas no primeiro tópico desta unidade, mas, o melhor é sempre manter-se o mais longe possível (dentro do bom senso), para garantir a sua segurança. Aprenda como usar “o ponto de referência fixo”: na estrada à sua frente, escolha um ponto fixo de referência (à margem) como uma árvore, placa, poste, casa, etc. Quando o veículo que está à sua frente passar por este ponto, comece a contar pausadamente por dois segundos, e se o seu veículo passar pelo ponto de referência antes de começar a contar você deve aumentar a distância, diminuindo a velocidade, para ficar em segurança. (Esta contagem é em referência a veículos pequenos, até 6m, velocidade de 80 e 90 km e em condições normais de veículo, tempo, estrada).
Tipos de Distância.
Distância de seguimento: é aquela que deve ficar entre o seu veículo e o da frente, de forma que você possa parar, mesmo numa emergência, sem colidir com a traseira do outro. Distância de reação: aqui o seu veículo percorre, desde o momento que você vê a situação de perigo, até o momento em que pisa no freio, ou seja, desde o momento em que o condutor tira o pé do acelerador até colocá-lo no freio. Distância de frenagem: é aquela que o veículo percorre depois de você pisar no freio até o momento total da parada, pois sabemos que um veículo não para imediatamente. Distância de parada: é aquela que o seu veículo percorre desde o momento em que você vê o perigo e decide parar, até a parada total do seu veículo, ficando a uma distância segura do outro veículo, pedestre ou qualquer objeto na via. Quanta informação não é mesmo? São assuntos muito importantes e que precisam ser relembrados e praticados. A direção defensiva depende da responsabilidade e comprometimento dos condutores e pedestres. Precisamos ficar atento a todas as adversidades e a forma correta de agir diante delas. Todos no trânsito tem um compromisso com a segurança e o bem estar social. Então vamos fazer a nossa parte! Vídeo de resumo da unidade.
Para avançar para a próxima unidade você precisa sempre:
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Aguardar o tempo de aula acabar.
Realizar a atividade que aparecerá logo abaixo, após o tempo da aula acabar.
O botão para realizar os testes da aula, só aparecerá após você concluir o tempo de aula.
Referencias bibliograficas: BRASIL. Lei n. 9.503, de 23 de setembro de 1997. Institui o Código de Trânsito Brasileiro. Diário Oficial da União, Brasília, 23 set. 1997. Disponível em: . Acesso em 29 de setembro de 2018. Departamento de Trânsito do Estado do Paraná, DETRAN/PR. Condições Adversas. Disponível em Acesso em: 18 set. 2018. Departamento Estadual de Trânsito do Paraná, DETRAN/PR. Disponível em http://www.detran.pr.gov.br/modules/catasg/servicos-detalhes.php?tema=motorista&id=345> Acesso em 21 set. 2018. Fundação Getúlio Vargas. FGV DAPP. http://dapp.fgv.br/maio-amarelo-contextualizando-estatisticas-de-acidentes-de-transito-no-brasil/ Acesso em 29 de setembro de 2018. LEI Nº 11.705, DE 19 DE JUNHO DE 2008. Lei de Alteração Alcoolemia. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11705.htm Acesso em 29 de setembro de 2018. LEI Nº 12.760, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2012. Altera a Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12760.htm Acesso em 29 de setembro de 2018. Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) –http://www.onsv.org.br/a-importancia-de-ver-e-de-ser-visto-para-seguranca-no-transito/ Acesso em: 21 set. 2018. Portal do Trânsito. Disponível em Acesso em: 21 set. 2018. RESOLUÇÃO Nº 432, DE 23 DE JANEIRO DE 2013 CONTRAN. http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/(resolu%C3%A7%C3%A3o%20432.2013c).pdf Acesso em 29 de setembro de 2018.